terça-feira, junho 28, 2016

quarta-feira, junho 22, 2016

quinta-feira, junho 16, 2016

Chalkboard - Tutoriais bacanas para começar

junho 16, 2016 2 Comments
Ganhei uma lousa de um cliente para anunciar meus produtos fora da Panetteria Trigo. Achei super carinhoso esse presente <3 Eu só tenho que agradecer à Deus pelos clientes que tenho!
Bom, com uma lousa nova ganhei também um novo desafio: aprender a escrever na lousa de uma maneira que seja pelo menos bonita, e por isso sai a procura de aulas e dicas. Seguem algumas delas aqui.

1. Algumas dicas de como começar


2. Transferindo a arte

Esse tutorial é bem legal, pois ele tras a dica de como transferir uma arte impressa para a lousa. E se você não tem uma letra bonita [como no meu caso], você poderá usar as fontes do computador para deixar sua arte linda!

3. Alguns materiais

Com esses 2 tutoriais consegui fazer minha lousa <3 Primeiro pintei a lousa (que era verde) na cor preta. Usei uma tinta da Coral: Coralit tradicional na cor preta fosca. Depois fiz a arte no Illustrator, transferi para a lousa utilizando um papel carbono branco (usualmente conhecido como carbono para costureira). E por fim passei o giz por cima, usando as dicas do primeiro vídeo. 





quarta-feira, abril 27, 2016

Apartamento em preto e branco

abril 27, 2016 0 Comments











Lindo apartamento na Suécia! Com piso em madeira pintado de branco, paredes cinza claro e branco, decorado com peças modernas e clean, com exceção do antigo sofá de veludo na cor chocolate, dando um contraste muito agradável! A última foto da varanda consegue mostrar o lafo aconchegante e romântico desse ambiente <3
Fotos por Anders Bergstedt , design de interiores de Anna Furbacken feito para Entrece.

segunda-feira, abril 25, 2016

Escola Parque

abril 25, 2016 0 Comments



Um texto muito legal para entender melhor a Escola no nosso país e compreender o que é a Escola Parque, pode ser encontrado na Revista AU. Além de poder ver um pouco da trajetória de Anísio Teixeira. Segue um trecho retirado desse artigo.

Para Anísio Teixeira a escola precisava educar em vez de instruir, formar homens livres em vez de homens dóceis, preparar para um futuro incerto em vez de transmitir um passado claro, ensinar a viver com mais inteligência, mais tolerância e mais felicidade. O interesse do estudante devia orientar o seu aprendizado num ambiente de liberdade e confiança mútua entre professores e alunos, em que esses fossem ensinados a pensar e julgar por si mesmos. 
As escolas comunitárias norte-americanas inspiraram o programa da escola-parque concebido por Anísio Teixeira na secretaria da educação da Bahia. No Brasil, onde a questão da quantidade muitas vezes atropela a qualidade, Anísio Teixeira pensou alcançar a qualidade propondo um sistema em que a educação da sala de aula fosse completada por uma educação dirigida. Pensou em um sistema composto por "escolas-classe" e "escolas-parque": quatro escolas-classe, para mil alunos cada, construídas no entorno de uma escola-parque, para quatro mil alunos, e os estudantes frequentariam ambas num sistema alternado de turnos. Na escola-parque funcionavam as atividades complementares: educação física, social, artística e industrial. O arquiteto Diógenes Rebouças projetou a escola-parque Centro Educacional Carneiro Ribeiro (primeira etapa 1947/segunda etapa 1956) dentro da ideia de um espaço completo de formação, num período em que se mesclavam princípios modernos na arquitetura e idealismo social nos programas arquitetônicos. Em entrevista concedida à AU, em 1986, Diógenes Rebouças declarou que "todas as obras do plano educacional do Estado que eu fiz, todos eles, o Centro Carneiro Ribeiro, a escola-parque, apenas interpretei uma magnífica ideia que sugeria uma arquitetura sadia, modesta e séria, isso pelo programa".

 
Croquis das escolas-classe (1948), em São Paulo, de Hélio Duarte


Escola-parque ou Centro Educacional Carneiro Ribeiro (em duas etapas: 1947 e 1956), em Salvador, de Diógenes Rebouças


Nas duas imagens à esquerda, Grupo Escolar Almirante Barroso (1949). À direita, no alto, Grupo Escolar de Vila Leopoldina (1949) e, acima, Grupo Escolar de Moema (1949). Todas assinadas por Hélio Duarte, em São Paulo


Nas duas imagens à esquerda, conjunto educacional em São Miguel Paulista (1956), de Roberto José Goulart Tibau, em colaboração com AC Pitombo e JB Arruda. À direita, Ginásio Estadual da Penha (1953), em São Paulo, de Eduardo Corona. Ambos pelo Convênio Escolar


CEU Vila do Sol (2008), no Jardim Ângela, em São Paulo

Essas imagens foram retiradas do site da AU, e o texto completo, que vale muito a pena ler, você pode acessar aqui.